MINHA MÃE É UMA PEÇA | Grupo Tom Brasil
thumbnail
MINHA MÃE É UMA PEÇA
Reestreia em luxuosa remontagem
21/10/2017 | 19h00
21/10 | 21h30
22/10 | 17h
22/10 | 20h
Conforme a Lei 12.852/2013 – Estatuto da Juventude.
A concessão do direito ao benefício da meia-entrada para estudante é assegurada em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento.
Capacidade total 2038 ingressos.
Cota de meia entrada para estudante: 815 ingressos. ESGOTADA.

Onze anos após sua estreia, “Minha Mãe É Uma Peça” volta aos palcos. A remontagem vem para brindar e comemorar a brilhante trajetória de Dona Hermínia, personagem que conquistou todo o país e que já levou mais de 2 milhões de espectadores aos teatros e 15 milhões de espectadores aos cinemas de todo o Brasil, com os filmes Minha Mãe É Uma Peça 1 e 2.  Nessa reedição, chamou-se o aclamado cenógrafo Zé Carratu, que imprimiu sua sofisticação a nova ambientação da peça e a figurinista Reka Koves, que trouxe a contemporaneidade ao visual da personagem. A iluminação é de Marcos Olivio, um craque, e a trilha sonora renovou-se na antiga e ultra bem sucedida parceria com Zé Ricardo. A direção continua com o talentosíssimo João Fonseca, premiado diretor de inúmeros sucessos do teatro brasileiro, parceiro já de longa data do Paulo em diversos trabalhos. Quem assina esse extraordinário texto e dá vida a fulgurante Dona Hermínia, personagem com rara carga de humanidade, fator que gera identificação maciça do público, é o ator Paulo Gustavo, que consegue eletrizar o público com a mais perfeita tradução da personagem que ele mesmo criou.

O Espetáculo:

Em princípio, todo o texto que aborde de maneira sensível as relações familiares, especialmente de pais e filhos, já tende a garantir uma identificação com a plateia. Contudo, Paulo Gustavo transcende os estereótipos e clichês e com um olhar agudo, acessa de forma sensível o delicado e muito bem-humorado universo de Dona Hermínia. O ator ao adentrar nos meandros e melindres de Dona Hermínia e sua família, captados no texto, mas, sobretudo, nos jeitos e trejeitos dessa Mãe, está falando de todas as famílias brasileiras.

Mais ainda, a peça fala de afeto, de laços familiares que superam “entreveros” e “confusões”. Dona Hermínia é uma mulher madura, aposentada e sozinha, cuja maior ocupação é justamente procurar o que fazer, uma vez que seus filhos estão crescendo e não precisam mais de seus cuidados e broncas. É este o universo da personagem que, na falta de trabalho e romance e entre uma conversa e outra com a tia idosa, a vizinha fofoqueira e a irmã confidente, ainda precisa manter a sua condição de mãe às voltas e preocupada com problemas dos filhos.

O que pode faltar em “simpatia” a Dona Hermínia, sobra em graça. A personagem é divertidíssima. Bom para a plateia; afinal, rir dessas mulheres é um bom modo de não enlouquecer junto com elas.

Para este espetáculo, Paulo Gustavo, trouxe à tona a espantosa bagagem de suas experiências e observações domésticas, compondo com elas um espectro dos humores femininos, gestos, trejeitos, falas, atitudes, achaques e ataques, oferecendo uma minuciosa observação do cotidiano brasileiro que resultou numa comédia especialmente sensível e bastante divertida.

 

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos - Menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.